
Escritora, autora de obras traduzidas para francês, espanhol, italiano e inglês, publicou o romance Corpo desfeito e o premiado livro de contos Redemoinho em dia quente, vencedor dos prêmios Biblioteca Nacional e APCA, além de finalista do prêmio Jabuti. Mentora de escrita, criei o Hub Górgona, que trabalha o tema do trauma na literatura, e ministro cursos como Escrevendo o Trauma. Também sou autora dos livros de poemas Caminho para o grito e Um buraco com meu nome, da obra SIM, PAPAI, entre outros.

A premiada escritora Jarid Arraes transcende o gênero true crime para entregar uma obra de ficção brutal e hipnótica. Nesta plaquete digital gratuita, desenhada para a verticalidade das telas de celular, a autora entrega sua obra mais arriscada.
Arraes recria quatro das maiores tragédias de seitas suicidas reais: Jonestown, Heaven’s Gate, o massacre de Shakahola e o caso da família Anwar Adam. Não pelo olhar clínico do jornalismo, mas pela experiência sensorial e literária do fim.
Com linguagem visceral, fragmentada, polifônica e poética, Jarid Arraes sequestra as vozes das vítimas e dos algozes, narrando o apocalipse de dentro para fora, onde o divino e o grotesco se fundem na mesma carne.
SIM, PAPAI é um inventário do que somos capazes de fazer para não vivermos sós.


